domingo, 25 de setembro de 2011
O incrível bolo cru e queimado ao mesmo tempo
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Onde moram as receitas?
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Um post de aniversário
Obrigado a todos vocês que acompanham o blog, os maiores responsáveis por ele ter vingado. Obrigado pelos comentários, sempre muito sinceros e sugestivos. Obrigado pelas sugestões de receitas, pelas conversinhas sobre comida que hoje fazem parte do nosso dia-a-dia. Obrigado pela companhia.
sábado, 9 de abril de 2011
Aprendendo na agonia: Pudim
Ingredientes:
2 latas de leite (o leite normal na lata de leite consensado, saca?)
3 ovos inteiros
1 colher de sopa de maisena
- Ahhh... aí eu só sei de olho.
Então é isso. Hoje não tem foto. Vou só dizer que o pudim ficou todo quebrado e aí vocês criam uma imagem na cabecinha de vocês, assim, quem sabe, não sai melhor do que o próprio “Quasimodo, O Pudim”.
domingo, 3 de abril de 2011
Já comeu? Laranja vermelha
Então, adorei a ideia do "Já comeu?" e desde já adianto que teremos receitas digamos... exóticas (mas não vou contar agora. Supresaaaa!). Enquanto essas receitas não vêm, apresento a nova fruta da série: A Laranja Vernelha!
Quem trouxe essa raridade para cá foi meu pai. Trouxe do sítio de um colega agônomo. Ai foi o maior sucesso. O gosto é idêntico ao de uma laranja mimo, supernormal e doce. Agora, convenhamos: comer uma laranja cor de sangue, no primeiro contato, é bastante estranho.
É um jogo de sentidos, pois enganado pela visão, a gente já espera algo mais puxado para morango, mas nada cítrico. Quando coloca na boca, vem a sensação de "oxe". É a mesma cosa de uma laranja comum, mas o cérebro nao aceita isso e à medida que ela vai sendo devorada, vai ficando mais estranha. "Parece que estamos mastigando uma gengiva", disse ao ver o bagaço vermelho "sangrando" entre os meus dedos.
Ou seja, comer (ou chupar) laranja vermelha é beeem estranho.
SOBRE O XERÉM: Eu sei o que é xerém porque quando eu era criança, uma vizinha costumava fazer e ir para a rua segurando o prato para esfriar. Mas via também o pai e o irmão dessa vizinha colocarem o xerém na ponta do dedo indicador e para os passarinhos entre as paletas da gaiola.
Ou seja, conclui-se que Xerém é uma comida compartilhada entre homens e pássaros. E que cuscuz nada mais é que "Xerém ao bafo".
domingo, 30 de janeiro de 2011
E a horta cresceu...
Pra quem não estava por aqui, um breve resumo é que eu queria ter uma mini-horta em casa, plantei coentros pra começar (e ver se dava certo mesmo) e estava esperando ansiosamente para vê-los crescer fortes e saudáveis e serem usados nas comidinhas de casa.
Pois bem, aos trancos e barrancos eles cresceram! Isso porque eu sempre ficava na dúvida se eles estavam levando sol suficiente na área de serviço (onde eles moram) e eles demoraram demais para chegarem no ponto de “abate”... (fico com peninha de comê-los agora?)
Ok, pode parecer muito besta, mas eu posso mostrar a evolução deles em fotos? =P
Mostrei essa foto lá no twitter (segue a gente: @bujaodedois) e houve quem duvidasse se eram coentros mesmo, já que as folhinhas eram bem diferentes das de coentro... Mas vovis, que me doou as sementes, não se engana e foi só esperar mais uns dias e as benditas apareceram:
Daí em diante foi só alegria e as folhinhas foram brotando, e eu e Mami carregando eles da área de serviço para a janela da sala e vice-versa – literalmente correndo atrás do sol.
Agora eles estão sendo colhidos diariamente e logo terei que replantá-los. Estou pensando se arrisco plantar cebolinha junto deles. Quem sabe mais um canteirinho, han? Adorei a experiência! Plantar, ficar na ansiedade esperando crescerem, chegar em casa e ir conferir como estão, colocar água... para quem não gosta de animais de estimação, eles foram ótimos substitutos!
E vocês, plantam alguma coisa em casa/apartamento? Se sim, têm alguma dica das boas pra me dar (são sempre muito úteis)?! Se não, se animam? Como tinha falado antes, fotografei todo o passo a passo da plantação e, agora que os vi dando certo (viva!), vou fazer um post explicadinho para quem se animar de fazer uma pequena plantaçãozinha na varanda. =)
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
A Odisséia do Crepe - parte I
Domingo. Todos na praia e eu em casa, sozinha. Ok, pensei, é bom que arrisco um almocinho decente só pra mim, feito com toda a tranqüilidade do mundo e sem ninguém me apressar/pressionar. Preparei logo um plano B (vulgo pão e queijo), liguei o som, abri as janelas e comecei. Resolvi fazer um crepe/panqueca (a receita do Cozinha Travessa) com o que tinha em casa, queijo mussarela, um tiquinho de tomate picado bem pequenininho e um toque de orégano pra dar um gostinho – me sentindo a entendida do improviso culinário.
Cortei o queijo, piquei o tomate, fiz a massa, coloquei azeite na frigideira, acendi o fogão... Fogão? Fogo? Cadê você? Puf! Tenta de novo... puf! Seco!
Liguei pros meus pais com um misto de revolta e frustração só para confirmar que era isso mesmo: o bujão secou... tem outro aí atrás pra trocar... seu tio volta hoje a tarde, ele troca... peça pro vizinho (que você nem conhece) trocar...
Bem na hora da mais profunda lamentação, já com o telefone na mão para ligar pra Hugo - porque, né, o nome do blog é BUJÃO de DOIS, então ele precisava escutar meus lamentos acerca do dito cujo que nomeia este espaço e sem o qual nada acontece – ele me liga, eu conto o acontecido e ele se oferece para trocar. Pensei um pouco e considerei que no prédio em que ele mora o gás é encanado, logo a experiência dele no assunto era bem duvidosa, e por medo da casa explodir, não deixei ele trocar. Sabe como é né, gente? Esse negócio de gás de cozinha mal instalado é muito perigoso...
Resultado: crepe pia abaixo e sanduíche de queijo com tomate duas horas depois.
É... porque eu preferi dormir, com fome (e p** da vida!), a encarar a dura realidade.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Tudo na medida
Pois é, são muitas questões. O fato é que as receitas vão se espalhando, se eternizando, evoluindo, e hoje você encontra bolo de todos os tipos, sabores, preços e tamanhos. Só uma coisa não muda: para que o bolo fique bom, tudo tem que ser feito na medida certa.
Não vou nem explicar o porquê. Quem duvidar, pode dobrar os ingredientes, reduzi-los pela metade para ver o que acontece. Vai que você descobre um tipo de bolo inédito e manda um email para mim cantando vitória? Não seria nada mal!
Mas enfim, vamos voltar ao que interessa, pois o texto de hoje nem sobre bolo é, mas sim sobre medidas. Ah, e como são relativas as medidas: eu nunca sei a quantidade exata que deve ter uma colher de chá de sal, ou uma xícara de chá de açúcar, pois tem umas que parecem uma jarra. E então, como é que fica quando sua casa tem xícaras de chá para três tamanhos de ingleses? O que fazer?
Muito simples, tenha um copo medidor! É baratinho, fácil de lavar (isto é importante) e eficaz. O que eu tenho (Nara que deu), por exemplo, serve para medir açúcar, farinha, arroz, semolina (não me pergunte o que é) e chocolate, além das tradicionais medidas em ml e xícara.
Vá por mim, se você ainda não tem um copo desses, tente adquirir, pra quem costuma cozinhar, vale a pena.
ATÉ LOGO
Devido às festividades de final de ano, ao meu trabalho no interior, ao corre-corre que serão os próximos finais de semana e, sobretudo, devido ao meu inferno astral que já começou e está longe de acabar, infelizmente, não terei como cozinhar nem postar receitas aqui até o final do ano.
Fiquem com as boas receitas de Nara, vocês estão em boas mãos.
Volto em 2011. Então, até logo!
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Cismei de ter uma horta em casa

Sexta-feira eu tive um insight. Eu achei que devia ter uma mini horta em casa, que ia ser lindo colher as verdurinhas pra alguém cozinhar lá em casa, que seria muito mais saudável sem agrotóxicos e que eu ia me divertir cuidando das plantinhas - uma terapia mesmo.
Então que eu fiquei animadíssima com essa ideia na minha cacholinha e fui logo pesquisando o que eu precisaria fazer e o que poderia plantar, enquanto recrutava a tia pitaqueira/engenheira agrônoma para a missão de me ajudar nessa empreitada.
O bom - e diferente de muitos dos insights que eu tenho - é que eu resolvi levar mesmo a história adiante, e a noite já estava combinando quando seria a compra do material, o que iria plantar e quando colocaria a mão na massa terra. Descobri que minha vovis é craque em hortinhas e planta coentro e cebolinha há tempos - não que eu, de fato, não soubesse, mas nunca tinha dado a devida atenção. Mais uma recruta para a missão.
Aí que domingo nós três enfrentamos o Atacadão dos Presentes (nota mental: lembrar de não ter essas ideias perto do natal) e comprei o vasinho, a terra e as ferramentinhas (que fofo).
A tarde de domingo foi bem produtiva, no melhor sentido da palavra. Fiz a minha pequena plantação de coentro. E só coentro mesmo, porque mesmo com toda a empolgação, eu tenho consciência que preciso começar aos pouquinhos e ver a coisa dando certo antes de encher a casa de vasos improdutivos – ou levar todos pra vovis cuidar.
Ansiosa pra ver alguma coisa brotando
E o desafio foi lançado, minha hortinha já está ocupando seu espaço na área de serviço e cuidarei para os meus coentrinhos crescerem fortes e saudáveis.
Tava tão empolgada que fiz todo um passo a passo da preparação da hortinha e, se der certo mesmo, coloco aqui pra ver se mais alguém se anima, ok? Me desejem sorte. =)
sábado, 15 de maio de 2010
Salada Simples (mas para quem tem habilidade com a faca, ok?)
SALADA SIMPLES
1 alface americana
2 cenouras raladas
1 beterraba ralada
1 tomate sem pele e sem semente
1 cebola cortada em rodelas ou picada
Molho
1 colher de chá de sal
1 pitada de açúcar
1 colher de sopa de azeite extra virgem de oliva
2 a 3 colheres de vinagre
Comecei adaptando a receita. Não tinha alface americana aqui, então entrou a crespa mesmo. Também acrescentei umas folhas de couve para dar mais verde e diminui a quantidade de beterraba, pois pense numa coisa irritante é ver o roxo da beterraba desbotando uma salada! Coloquei só a metade do que diz a receita, claro.
Outra coisa que me motivou a evitar a beterraba foi justamente o fato de ter que picá-la com uma faca amoladíssima e perigosa. Pois é, a receita diz “beterraba ralada”, mas quem disse que achei o ralador? Não tenho essa intimidade toda com a cozinha daqui de casa para saber onde mora cada utensílio.
Foi isso que tornou a salada tão complicada: precisei picar meia beterraba e uma cenoura, e foi com esta que quase viro Lula. Perdi as contas de quantas vezes errei o golpe e senti o ventinho da lâmina raspar meus dedos. Alguns passavam tão perto e acertavam a cenoura de maneira tão agressiva, arrancando pedaços, que passei a aceitar a idéia de pedaços grandes dentro da salada. Por que não? Dentes servem pra mastigar, ora? Quem não quiser, come papinha.
Eu não tive nenhum corte! Mas não posso dizer o mesmo das verduras, e o resultado foi esse aí que você acabou de ver na foto. Até que ficou bonito, não? Dá vontade de misturar tudo e começar a comer, mas tenha calma... é preciso fazer o molho! O mooolho, quase esqueço também! E foi ele que mudou toda essa história.
Também é simples. Ou melhor, é simples para quem não acha a receita tão fácil e tenta inovar. Eu tenho essa mania, sabe? Ver que estar muito simples e deixar meu toque pessoal. O problema é que dessa vez eu decidi fazer isso com o ingrediente errado: o SAL.
Gosto mesmo de sal. Por isso achei que uma colher de chá de sal para duas de vinagre, uma de azeite e uma de açúcar não teria graça nenhuma. Coloquei mais meia colherinha se sal... meia e um quebradinho, eu confesso.
Mexi bem o molho e ficou douradinho, parecendo um quartinho de Pitú Gold. Despejei na salada e senti o cheiro agradável da salada milimetricamente organizada na travessa de vidro. Modéstia à parte, ficou bonito! Chamei minha mãe para provar comigo e fiquei na expectativa.
“Ficou salgada!”, dei logo meu aval. Minha mãe, orgulhosa e me dando altas dicas, disse que não, “estava ótima, almoçaria apenas salada se não tivesse feito outras coisas”.
Mãe é mãe... Cerca de uma hora depois ela disse sem querer: “já tomei tanta água que estou com a barriga doendo!”
Eu assumi a culpa do sal: “Foi a SALada!”
DICA: Deixar tomate sem pele é simples. Mamãe ensinou que só precisa ferver água e jogar em cima ou (se a pressa for muito grande, como no meu caso) espetar com a faca e colocar perto da boca do fogão. A pele começa a virar bolha, e você só precisa esfriar com água fria e facilmente tirá-la com as mãos.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Pão Caseiro - um bom começo
500 ml de água morno(a)
1 kg de farinha de trigo
1 unidade(s) de ovo
20 gr de fermento biológico fresco
2 colher(es) (sopa) de manteiga Mococa
2 colher(es) (sopa) de açúcar
1 colher(es) (sopa) de sal
Modo de preparo:
Despeje a farinha peneirada aos poucos. Esta massa fica meio mole.
Trabalhe bem a massa e coloque para descansar até dobrar de volume. Fure a massa para abaixar, trabalhe um pouco e modele os pães. Acomode-os em uma assadeira untada e deixe dobrar de volume. Asse em forno quente (180 graus) até dourar.
Não consegui modelar os pães, mas até que ficaram bons
Não vou começar o primeiro texto dizendo que sou craque na cozinha. Não sou. Também não vou dizer que sou enrolado, desastrado e que não tenho habilidade nenhuma em misturar ingredientes. Não, não... Sei fazer umas receitinhas básicas, fáceis e que até agora não fizeram feio. Até agora.
Meu “menu” ainda é discreto, cabe numa mão. Sei fazer: um macarrão maravilhoso (o primeiro prato que Nara provou e gostou, pode perguntar!), um risoto de camarão igualmente fantástico, a cartola de um restaurante famoso e caro do Recife (não vou revelar, faz parte do PÁ do blog); e, a mais recente, um pão caseiro.
Aaaaah, o pão caseiro. Foi a primeiríssima receita complexa que me aventurei a fazer, um teste de paciência e persistência (em vencer a massa). Quando li a receita, achei que fosse superfácil de fazer o danado, mas foi só começar para perceber que o difícil era ele prestar. Pense num trabalho que me deu!
Foram quatro horas de trabalho na cozinha, com pausas só para tuitar, comer besteira, vasculhar sites para ver Barcelona e Real Madrid, jantar, me arrumar para sair. Êpa! Antes de dizer que a receita demorou porque não me dediquei exclusivamente a ela, saiba que fiz tudo isso esperando a massa “dobrar de tamanho”, como está lá escrito.
E por falar em massa, e a consistência dela? A receita diz que ela fica “meio mole” e essa discrição me tirou do sério, pois você há de concordar comigo: isso é muito relativo. Quer ver? Rapadura “meio mole” o cearense chama de Alfenim, já sorvete “meio mole” o americano batizou de Milk Shake. Sendo assim, a massa “meio mole” do meu pão caseiro deve ficar mais próxima de sorvete ou rapadura?
Esse é o tipo de resposta que você não encontra em receita nenhuma. Você tem que colocar a faca nos dentes e seguir em frente, arriscando. Descobri isso ontem quando tentei furar a massa e a faca ficou presa. Ao puxar, a massa esticou. Nada de faca nos dentes, o desafio foi tirar a faca dali... Mas, voltando: comecei a ficar na dúvida se a receita era de pão ou de chiclete.
“Trabalhar a massa” é outro desafio para quem tem o braço fino feito o meu. Falta força e você começa a pensar em transformar o pão logo em torrada. Modelar o pão? Não consegui! Horas depois de ter começado a receita já não tinha mais paciência para tentar outras quatro vezes dar àquele monte de trigo e fermento uma forma comestível. Joguei tudo na bandeja (uma bolota maior e duas bolinhas), deixei dobrar de volume e pus no forno.
Não demorou muito para eu começar a ficar surpreendido com meu pão. Logo o apartamento inteiro ficou com cheiro de padaria (mais especificamente as do Hiper Bompreço). E cheiro de padaria dá fome, não é? Impressionante. Por isso que eu não conheço nenhum dono de padaria que seja magro. Não tem como!
Melhor que o cheiro foi o que veio depois. Cortei o pão fofinho, recém-saído do forno, peguei um pedaço e pronto. “Foi a melhor coisa que eu já fiz na cozinha até hoje”, provei e contei para um dos meus irmãos e meus amigos que aguardavam para provar. Maravilha. Todos que comeram gostaram!
Depois eu entendi que, ao contrário do que imaginei no momento de euforia, o pão não ficou perfeito. Aliás, ficou longe disso e ainda tem muito o que melhorar. Apesar disso, soube que fui bem para quem fez o primeiro pão.
Ah, volto a repetir: mesmo com tanto trabalho e não ficando 100% (como um pão da Santa Cruz), essa foi a melhor coisa que já fiz na cozinha. Até agora.
sábado, 1 de maio de 2010
Hugo na cozinha - o desafio de vencer a preguiça
Essa combinação e tantas outras é o que me salvam diariamente da fome, desde as primeiras horas do dia. Quando acordo, a preguiça não deixa nem eu fazer um sanduíche. Como bolacha com café, algumas fruntas e priu: estômago forrado. E no almoço? Se não tiver nada pronto, lá vem o biscoito com Coca de novo.
Ai você pergunta: E de onde vem a vontade de cozinhar? Pelo desafiooo! O desafio de vencer a preguiça, vencer a fome, e vencer todas as expectativas negativas de que aquela gororoba não vai dar certo. Tem coisa melhor que isso? Tem, tem sim: comer algo que outra pessoa fez e não deu trabalho nenhum (pegou a dica?).
Ah, vamos falar das minhas primeiras experiências na cozinha. Elas aconteceram tragicamente quando eu cheguei aqui em Recife. Um dia voltei do colégio e precisei esquentar o almoço pela primeira vez. Fui prático: juntei feijão, arroz, macarrão, purê, carne e salada na mesma panela e liguei o fogo. O resultado foi terrível, mas o nome que eu dei ao prato agradou a todos: "Cumê de Mendigo"! Aaah, adoro dar novos nomes as coisas (vocês vão notar isso em breve).
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Nara na cozinha - por ela mesma
Dia desses eu estava na cozinha, enquanto minha mãe cozinhava e pensei alto: por que nem eu nem minha irmã cozinhamos assim, tão bem, quanto a senhora, hein? " Porque nunca se interessaram", ela respondeu. Ah, a sinceridade materna sempre nos deixando sem resposta...
Então aqui estou eu, me propondo a "tentar e experimentar" e até mesmo estimular esses meus dotes culinários que eu puxei da minha querida mami - sim, porque alguma coisa ela deve ter me passado, não é possível!
Então vamos lá, mãos na massa e seja o que Alá quiser!






